Dando continuidade à última postagem, seguem mais dois vídeos, das apresentações no vespertino:
Nosso dia da família na escola foi marcante! Várias exposições artísticas e muita música. Tivemos a participação de 9 bandas!
Acompanhe abaixo:
Participação dos alunos da PESTALOZZI, no turno matutino, com uma banda de Congo e uma comovente expressão corporal ao som de “Maluco Beleza”:
Exposição dos trabalhos de matemática, artes e língua portuguesa:
Tarde de beleza, com unhas feitas e cortes de cabelo:
Apresentação de diversas bandas:
Animação da galera:
Prezados (as) Diretores,
Quero expressar, primeiramente, que lamentomos, profundamente, o episódio criminoso ocorrido em uma escola do Rio de Janeiro, que deixou chocada toda a sociedade brasileira. Não existem palavras suficientes para exprimir tal fato.
Embora a questão da segurança de nossas escolas seja, permanentemente, uma preocupação, quero reiterar a necessidade de nos mantermos atentos àqueles procedimentos que podem evitar situações de desconforto junto à comunidade escolar.
Assim, se fazem necessários a manutenção dos portões sempre fechados; o controle atento do acesso, utilizando uma abordagem de forma educada nos portões; e a leitura permanente das orientações contidas no Manual de Segurança Escolar.
Em momento como este, o mais importante é mantermos a tranqüilidade, observarmos com atenção redobrada as normas de segurança, sem perdermos nunca o foco da melhora da aprendizagem.
Atenciosamente,
Klinger Marcos Barbosa Alves
Secretário de Estado da Educação.
Encerramos a primeira semana de aula de 2011 com o Dia da Família Presente na Escola.
Apresentamos a seguir, a pedido de vários pais, o texto lido pela diretora na abertura do encontro:
PAIS MAUS
O texto a seguir foi publicado recentemente por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe - Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido "curtir" o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta. O Dr. Carlos Hecktheuer, responsável pelo texto, é médico psiquiatra e dá palestras na área da educação com foco na importância da participação ativa dos pais na formação dos seus filhos. O texto vem sendo distribuído pela escolas do país em reuniões com a presença dos pais e dos filhos. Leia:
Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: "Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão”.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: - Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci. Porque no final, vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão dizer: - Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistiam que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Eles insistiam sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.
Não deixavam nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; eles tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar).
Por causa de nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa deles.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "pais maus", como eles foram. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: "NÃO HÁ PAIS MAUS SUFICIENTES"
(Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra)
As 5 turmas de 3º ano do ensino médio regular e 2 do EJA tiveram a sua cerimônia de formatura no último sábado, dia 18 de dezembro, no auditório do Hotel Praia Sol. Confira as fotos:
Alunos concludentes do Ensino Médio e seus familiares, não se esqueçam da nossa cerimônia de formatura. Segue abaixo o convite.